• Jorge Mota

Mercedes GLB 2020






Utah, nos Estados Unidos da América, foi o local escolhido pela Mercedes para revelar a versão definitiva do mais recente membro da sua família SUV. O novo GLB foi ontem apresentado e viu revelados os seus dados oficiais, sem haver lugar para grandes surpresas.



No capítulo da estética, confirma-se o esperado: a Mercedes preferiu seguir a fórmula tão bem aceite do protótipo apresentado em Xangai, procedendo mais a ajustes de pormenor do que a substanciais alterações. E isso saúda-se pois, com tantos SUV na sua gama, um em cada três Mercedes é um SUV, é sempre bom distingui-los sem precisar de ir buscar a fita métrica. E o novo GLB diferencia-se bem, de certa forma importando para um formato mais contido as linhas dos todo-o-terreno clássicos, de que o Classe G é uma referência obrigatória.




Mas não é apenas pela imagem que o novo GLB sobressai pela positiva. Em termos de dimensões, pouco “perde” para o GLC (do segmento acima): 2,2 cm no comprimento; 5,6 cm na largura e 4,4 cm na distância entre eixos.



Porém, é 1,4 cm mais alto que o “mano” maior, o que trará benefícios em matéria de conforto, nomeadamente para os viajantes de estatura mais elevada. Mas o melhor (mesmo) é a funcionalidade e a versatilidade que o crossover alemão persegue. E alcança. Desde logo, comparando com o GLC, pois quando disponibiliza só cinco lugares, o GLB destaca-se por oferecer uma mala maior: são 560 litros contra 550 litros, sendo que com apenas uma fila de bancos disponível a volumetria do ‘pequeno’ continua a ser maior (1755 litros versus 1600 litros).




Ora, se este argumento pesa para as famílias que não gostam de grandes limitações na hora de arrumar as compras ou as “tralhas” da criançada, outro dos trunfos do GLB é a sua capacidade de transportar mais dois elementos, opcional que, na gama da Mercedes, só o GLE disponibiliza.




Posicionando-se entre o GLA e o GLC, o novo GLB não se limita a herdar as bases dos compactos da casa. Além de se montar sobre a plataforma MFA II, recorre ao mesmo banco de órgãos, em termos de motores e de tecnologias. E até em termos estilísticos, com o interior a remeter de imediato para o habitáculo do Classe A ou do Classe B.

Sob o capot, há duas alternativas a gasolina e outras tantas a gasóleo, todos elas blocos de quatro cilindros e acoplados exclusivamente a uma transmissão automática, de sete ou oito velocidades. Opcionalmente, é possível usufruir de tracção integral, com o sistema 4 MATIC a poder ser combinado com as motorizações mais expeditas.





A versão de entrada é representada pelo GLB 200 (163 cv e 250 NM de binário máximo), com caixa de sete relações, que anuncia 9,1 segundos de 0 a 100 km/h, para depois parar nos 207 km/h. Já a versão diesel mais acessível do novo crossover germânico fica entregue ao GLB 200D, que debita 150 cv e 320 Nm. Associado à transmissão 8G-DCT, passa pelos 100 km/h ao fim de 9 segundos e tem a velocidade máxima apontada aos 204 km/h. Face ao gasolina, reclama cerca de menos 1 litro a cada 100 km (consumo médio de 5 litros contra 6,1 do GLB 200), o que se reflecte naturalmente em emissões mais baixas.




O GLB ainda não tem preços definidos para o mercado português, onde é esperado no final de 2019.




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